quinta-feira, 31 de maio de 2012

Arquivo do Blog - Resultados das Enquetes



Enquete: O que você gostaria de ver no blog?

96 votos

Mistérios da Humanidade 40 votos - 41 %
Alienígenas do Passado 39 votos - 40%
Bíblia Religião - 20 votos - 20%
Estudos do Genoma - 19 votos - 19%
Sociedades Secretas - 29 votos - 30%
Misticismo - 14 votos - 14%
Outros - 7 votos - 7 %



Enquete: Você acredita em Extreterrestres?

186 votos

Sim, somos visitados pois o universo é muito grande  86 votos - 46%
Sim, mas não acredito que venham ao nosso planeta 17 votos - 9%
Não, isso é bobagem inventada por Hollywood 4 votos - 12%
Não, Deus criou o universo para humanidade 9 votos - 4%
Sim. Estão entre nós! 70 votos - 37%

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O Manuscrito 512

Todos nós, aficionados por ufologia e grandes mistérios, comumente voltamos nossa atenção aos relatos ocorridos em outros países. Lugares comuns como Egito, México e EUA estão sempre presentes em nosso imaginário. Porém acabamos por relegar fatos extremamente curiosos e intrigantes ocorridos aqui mesmo em nosso país!
O Manuscrito 512 até hoje é um desses mistérios, sendo conhecido principalmente por quem mora na Bahia.

Abrigado na Biblioteca Nacional-RJ, encontra-se o documento que representa um dos maiores enigmas arqueológicos do Brasil. Trata-se do Manuscrito 512, que contém o relato de um grupo de bandeirantes que encontrou em meados do século XVIII as ruínas de uma misteriosa cidade perdida no interior da Bahia. Uma civilização arruinada em meio à selva brasileira com indícios de desenvolvimento cognitivo, além de riquezas, e um fim desconhecido. Tal cidade nunca mais foi encontrada desde então.

Não obstante a datação do ano de 1753, estima-se que a escritura seja realmente setecentista por determinados aspectos relatados, seu descobrimento e noção de relevância, contudo, ocorreram apenas em 1839. De forma um tanto irônica para com a importância do documento, e ainda de maneira a reforçar todo o mito que envolve o objeto, o documento 512 foi encontrado ao acaso, esquecido no acervo da biblioteca da corte (então a biblioteca nacional).


O manuscrito, muito antigo, e já deteriorado pelo tempo, foi descoberto por Manuel Ferreira Lagos, e posteriormente entregue ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB); foi nas mãos de um dos fundadores do instituto que a escritura teve seu real valor reconhecido e divulgado. Após leitura o cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma cópia integral do manuscrito na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, com a adição de um prefácio no qual esboçava uma teoria de ligação entre o assunto do documento e a saga de Roberto Dias, um homem que fora aprisionado pela coroa portuguesa por se negar a fazer revelações a respeito de minas de metais preciosos na Bahia.




- Visão Geral Sobre o Manuscrito 

Oscilando entre uma narrativa com detalhes ora precisos, ora poéticos, o documento descreve as características da cidade em detalhes. Os bandeirantes que saíram de São Paulo se depararam com uma cordilheira cujas montanhas eram tão altas que “pareciam que chegavam à região etérea, e que serviam de trono ao vento, às próprias estrelas”. A entrada era formada por três arcos de grande altura, com inscrições que não puderam então decifrar. No fim da rua principal, havia uma praça, onde se erguia uma coluna de pedra negra, em cujo topo havia uma estátua de “um homem comum, com a mão no quadril esquerdo e o braço direito estendido, mostrando com o dedo indicador o Polo Norte.” As casas da região estavam abandonadas, sem nenhum móvel ou vestígio de presença humana recente. Havia detalhes que remetiam a civilizações antigas, como uma fonte e um pátio com colunas circulares em cada uma das 15 habitações que circundavam um grande salão.
O relato da expedição, em sua parte mais conhecida, conta que houve quem avistasse de uma grande montanha brilhante, em consequência da presença de cristais e que atraiu a atenção do grupo, bem como seu pasmo e admiração. Tal montanha frustrou o grupo ao tentar escalá-la, e transpô-la foi possível apenas por acaso, pelo fato de um negro que acompanhava a comitiva ter feito caça a um animal e encontrado na perseguição um caminho pavimentado em pedras que passada por dentro da montanha rumo a um destino ignorado.

Após atingir o topo da montanha de cristal os bandeirantes avistaram uma grande cidade, que a princípio confundiram com alguma cidade já existente da costa brasileira e devidamente colonizada e civilizada, todavia ao inspecioná-la verificaram uma lista de estranhezas entre ela e o estilo local, além do fato de estar em alguns trechos completamente arruinada, e absoluta e totalmente vazia: seus prédios, muitos deles co mais de um andar jaziam abandonados e sem qualquer vestígio de presença humana, como móveis ou outros artefatos.
A entrada da cidade era possível apenas por meio de somente um caminho, macadamizado, e ornado na entrada com três arcos, o principal e maior ao centro, e dois menores aos lados; o autor do texto expedicionário observa que todos traziam inscrições em uma letra indecifrável no alto, que lhes foi impossível ler dada a altura dos arcos, e menos ainda reconhecer.

O aspecto da cidade narrada no documento 512 mescla caracteres semelhantes aos de civilizações antigas, porém traz ainda outros elementos alheios ou sem associação; o cronista observa que todas as casas do local semelhavam à apenas uma, por vezes ligadas entre si em uma construção simétrica e uníssona.
Segundo a narrativa transcrita no documento, próximo a tal praça haveria ainda um rio que foi seguido pela comitiva e que terminaria em uma cachoeira, que aparentemente teria alguma função semelhante à de um cemitério, posto que estava rodeada de tumbas com diversas inscrições.

Um objeto mencionado pela expedição de bandeirantes, que foi encontrado ao acaso, e descrito cuidadosamente na carta consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.


- Encontrando a Cidade Perdida


Pablo Villarrubia Mauso, que fez uma expedição em busca da cidade perdida para a revista Sexto Sentido, acredita tê-la encontrado em Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no Estado da Bahia, seguindo orientação do explorador alemão Heinz Budweg, que afirma que as ruínas são fruto de construções vikings do ano 1000. Outra hipótese diferente é do linguista e explorador Luis Caldas Tibiriçá. Segundo ele: “Alguns edifícios assemelham-se aos da Idade Média da Etiópia. As 
inscrições encontradas poderiam ser do idioma gueez, dos etíopes, os 
mesmos que, em suas crônicas, falavam de terras distantes que alcançaram 
com suas embarcações”.




Tibiriçá descarta a hipótese das ruínas serem antigas construções dos próprios nativos indígenas.
Alvo de muitas controvérsias, o documento ainda gera muitas especulações. Não se sabe ao certo a origem da cidade descrita no manuscrito, sua exata localização e quem foram seus habitantes, nem o seu fim. Ficou apenas o relato, e algumas hipóteses que ainda precisam ser devidamente comprovadas.



Percy H. Fawcett

No início do século XX um pesquisador britânico, o coronel Percy H. Fawcett, levou a cabo uma jornada em busca da cidade de Manuscrito 512 (a "Cidade de Raposo" , diz ele) e outra cidade principal, a  “Cidade Z” (local da pretensa cidade pré-histórica de Atlantis).
Fawcett argumentou que Z era uma cidade diferente do Manuscrito 512 , mas admitiu que havia uma possibilidade de que eles eram os mesmos. Em 1921, Fawcett começou uma viagem ao Brasil em busca de cidades, com base no depoimento do cônsul Beare O'Sullivan, que afirmou ter visto uma cidade semelhante ao Manuscrito 512 , próximo a Salvador. 
Outro fato reforçou sua crença de uma civilização pré-histórica de alto nível cultural: uma estatueta com símbolos estranhos que associados aos Atlantis há muito procurados.
O explorador inglês desapareceu na selva do Xingu, com o filho Jack e um amigo, em 1925. Eles foram mortos pelos índios do Brasil Central ou, como sustentam alguns esotéricos, a expedição atravessou um portal e ingressou num plano espiritual elevado? A resposta a esta e outras dúvidas, neste caso estranho e intrigante, ainda não temos. Aliás, questiono-me se  um dia a teremos. 



Clique aqui para visualizar o Manuscrito 001.




Henrique Guilherme Alves 
27 anos, pai e casado. 
Dedicado ao culto de deidades gregas 
Estudioso e curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Exclusivo! Parapsicóloga catarinense afirma ter contato com seres extraterrestres do Planeta Marduk.


Quando o blog Ab Origine (aborigine42.blogspot.com) foi inaugurado há quase um ano, não imaginávamos a repercussão e conhecimento que poderíamos adquirir ao compartilhar um pouco do que sabemos. Devido a esta iniciativa, um tanto pioneira, de tratar dos temas antigos mistérios e antigos astronautas, ganhamos a confiança de alguns leitores ilustres e um destes nos deu exclusividade para apresentar certos fenômenos que podem estar estreitamente ligados com os assuntos tratados pelo blog e que a ciência convencional não tem as respostas por sua fraca visão periférica. 

Em novembro de 2009, a parapsicóloga Mirabel Krause, deparou-se com estranhos fenômenos no Estado de Santa Catarina. Seres que se diziam habitantes do planeta Marduk (mardukianos) iniciaram contatos com a mesma através de um médium local. Estes contatos eram de forma verbal e escrita. 

Como uma boa profissional, Mirabel começou a gravar em áudio estes contatos e depois transcrevê-los, produzindo um material vasto de mais de 600 páginas. Tive acesso a grande parte do material, e o que mais me impressionou foi a forma rápida e concisa que o médium ditava palavras complexas e de alto teor filosófico. Os contatos de forma escrita são ainda mais surpreendentes. O médium escrevia de olhos fechados e em transe letras de um alfabeto desconhecido, denominado pelos seres como a escrita que utilizam em seu planeta, ou seja, alfabeto mardukiano. Outros textos foram escritos em cuneiforme,  utilizados na antiga Mesopotâmia. Depois de muita leitura e intuição, Mirabel conseguiu decifrar o alfabeto, começando a tradução e compilação das mensagens escritas.

Tradução: Estivemos aqui no passado e agora estamos de volta.
Tradução: Este é seu gene. É a parte faltante que lhe levará ao conhecimento da vida do espirito. São as conexões e milhares as diferenciações possíveis. (desenho de uma sequencia genética).
Tradução: Tornamos seu orbe digno de evolução. Antes deste período vimos Nahmu (Marte) falir mediante as passagens de Marduk.
Cuneiforme
Tradução: Não conhecemos seu mundo no principio, não somos deuses, somos somente irmãos.

Parte do Alfabeto decifrado pela parapsicóloga.





Os temas tratados nas mensagens de áudio e texto têm grande variedade. Eles explicam a rota de Marduk em nosso sistema solar e como este planeta deu origem ao nosso mundo, chamado por eles de Shumer (Planeta Terra). Também falaram das mudanças que a passagem de Marduk acarretará sobre a Terra, as montanhas trocarão de lugar pelas planícies, os planaltos serão mares, e quando Marduk se for, os vulcões entrarão em erupção. E a Terra mergulhará num longo estágio embrionário, e uma nova civilização ocupará este lugar. E esta nova civilização começará a fazer a colheita e o plantio, a agricultura será prevalecida, e tudo se reduz de forma transformada. E vocês, os 144 grupos, pescadores de almas, irão ao céu em grandes navios celestiais, buscando um novo orbe. Trilhando novos caminhos pelo universo, mas com pensamento totalmente diferente daquilo que hoje vocês têm. Com uma visão totalmente diferente daquela que vocês têm hoje da espiritualidade. Afirmam estar num nível evolucional 37, e que o planeta Terra passará do nível evolucional 7 para 14, um grande salto. 

Sobre o Criador disseram que é a energia que mantém tudo em movimento. Todo universo é vivo, seu orbe, seus corpos, seus espíritos, toda matéria e toda antimatéria.... Sobre astronomia, explicam como Marduk chegou até nosso sistema, “Há exatos 450.000 anos, Marduk foi trazido ao sistema, ligado a estrela Vega. Apsu (sol) mantém uma translação em torno de Vega, Vega Centauro 1. A raça humana ainda não sabe qual a translação de Vega, e imaginam que a sua translação é em torno de uma grande nebulosa. Nebulosas estão fixas no universo, e quando as nebulosas começam a se movimentar, é sinal de que a energia escura está retrocedendo, ela expande para frente, encolhe para trás. Por detrás desta nebulosa, conhecida por vocês como Cabeça de Cavalo, é conhecida por nós Esnugot Anshur. A estrela MZ15H18, Mistra, como nós chamamos, é o centro translacional de Vega. Como numa grande engrenagem, o universo circula, o universo se movimenta. Marduk, com sua órbita elíptica, foi sugado pelo planeta Anshar (Saturno) de seu orbe, há 500 mil anos...” e “Partiu Atlantis, e formou-se o céu partido, e formou-se Shumer (Terra), e o seu satélite feito (...).E o povo de Atlantis, foi a Anshar (Saturno), e o povo de Anshar foi a Shumer. E Shumer foi afastado da órbita elíptica de Marduk. E Marduk se aproxima muito de Shumer...”.
 
Representações astronômicas enviadas pelos mardukianos.
Representações astronômicas enviadas pelos mardukianos.

O ponto alto dos textos elucida nosso lugar no universo e explica por que estamos aqui perdidos no espaço. Eles afirmam que exatos 458.000 anos chegaram ao nosso mundo, em cápsulas parecidas com peixes grandes e dourados, em um mar da Ásia. Eles subiram dois grandes rios que tinham manchas de óleo, que vertiam da terra para o mar. O objetivo (como retratado em um texto deste blog Origem da Raça Humana – Mineiros escravos naColeta de Ouro) era coleta de minério e criaram os humanos (cabeças negras) para fazê-lo, “Os hirsutos, encontrados no poço ao abrir, para purificação do líquido, a água extraída da fonte purificada, condizente com o termo mineral, de pedras. Naquela noite, ao lado de (...), observamos estes hirsutos, bebendo água na nossa fonte. Homens bípedes, peludos, ao qual tivemos a missão, no momento, por interesse, para transformá-los em obreiros a nós. Através das pesquisas de Ninhursag, vimos a capacidade intelectual de tal ser, e houve uma mistura genética para a criação de Adapa, o cabeça negra. Eis a primeira parte...”. No texto está afirmado que fomos manipulados geneticamente, e que nossa evolução é assistida por nossos criadores. As informações estão de acordo com a obra do renomado escritor Zecharia Sitchin, que tem se popularizado na internet há pouco tempo. 


video
Transmissão de uma pequena parte da Nova Torah.

Outra parte intensa dos textos fala de um conhecimento antigo deixado por eles na Babilônia, e que está sob o poder do Vaticano, existe um grande livro com letras de ouro, guardado a sete chaves, dentro do grande cofre da biblioteca daquilo que chamam de Vaticano, cuja primeira frase ele diz: “Deus não existe”. E este livro é um livro que remonta as antiguidades. É um livro que foi encontrado na grande biblioteca da Babilônia, e ficou conhecido entre os sábios de sua igreja, como livro T, porque a cruz egípcia de Ramon estava na primeira estela gravada São 1.300 estelas, de 50 cm por 1 metro, escritas em língua sumeriana...”. Assim como fizeram nos tempos antigos, um novo livro está sendo transmitido oralmente por eles à Mirabel Krause, de nome Nova Torah (Torah é o texto central do Judaísmo e equivale aos Livros Bíblicos de Gênesis a Deuteronômio), e que contém 160 páginas em folha tamanho A4 até o momento.

Como se não bastasse este mundo de informações, ainda foram revelados a parapsicóloga coordenadas de pontos estratégicos no planeta Terra. Alguns demonstram antigas cidades e pontos energéticos, os outros não me foram autorizados a dizer seu conteúdo. Há também instruções para a construção de moradias especiais chamadas de Casas Brancas, utilizando um minério muito raro em seu revestimento, que servirão como abrigo para os sobreviventes, após grandes transformações.


Entrevista concedida ao blog por Mirabel Krause:

Erich von daniken e Mirabel.

Mirabel, qual sua profissão e formação?
Minha experiência profissional é eclética, atuei em diversas áreas como informática, desportos, alimentação, imóveis, etc. Até que sincronicidades me levaram a conhecer a parapsicologia, onde finalmente me realizei profissionalmente. 

Quais experiências teve antes destes acontecimentos?
Nenhuma. Até o final do ano de 2007 dediquei-me exclusivamente as empresas que tive no decorrer de minha vida. Sequer imaginava passar por experiências as quais venho vivenciando, pois não faziam parte da minha realidade. 

Como iniciaram os fenômenos? Já havia presenciado algo parecido?
Na época eu já cursava parapsicologia, mas não pensava em atuar na área, pois administrava um restaurante ao qual era sócia. O Instituto de Parapsicologia onde estudava, ofereceu um curso paralelo de Tarot e me interessei por este conhecimento milenar. 
O restaurante passava por dificuldades, e ao cruzar com um tarólogo atuante, resolvi marcar uma consulta no intuído de buscar auxilio aos meus direcionamentos. E foi ali, naquela primeira consulta, que tudo deu inicio. Através do tarólogo, que é médium ostensivo (canal), começaram os contatos. Certamente estes seres precisavam mais do que isso para chamar minha atenção, e começaram a aguçar minha curiosidade com fenômenos e constatações físicas. 

Devido ao seu conhecimento e formação, por que você qualifica este fenômeno como real?
Tive provas suficientes que me levam a crer na veracidade, inclusive o avistamento de três naves com data, local e horário definidos por eles. 

Quais métodos têm utilizado para investigar os fenômenos?
Inicialmente recebia informações, que não eram de meu conhecimento, mas já eram abordados nos livros de Zecharia Sitchin. Na época, a internet ainda era pobre neste assunto e comprei alguns dos livros do autor, que confirmavam as falas destes “amigos”. Logo me inteirei de toda história.  Atualmente meu método se assemelha a de Hypólito León Denizar Rivail (Allan Kardec), que utilizava de algumas fontes mediúnicas. 

Existe alguma interferência ao seu trabalho? O que são mistificações?
Sim, sempre há, apesar de hoje em índice menor. Da mesma forma que há um lado auxiliando a Terra, há outro que trabalha pela falência dos planos de ajuda. 
Mistificar é enganar, trapacear, burlar, tapear, iludir, abusar da boa fé. Assim como as religiões, a mistificação é o freio da evolução. 

Estes seres são encarnados ou desencarnados?
Encarnados em outros orbes ou naves que transitam entre nós. Utilizam da técnica de projeção da consciência, também conhecida como desdobramento e projeção astral. Energeticamente se acoplam ao médium e procedem ao contato.
Quando o contato não acontece através de um médium, utilizo a técnica de hipnose, deslocando-o no plano astral onde o contato acontece. Neste caso, a pessoa me transmite as resposta dada por eles telepaticamente ou imagens.

Como surgiram as inscrições? Qual sua origem?
As inscrições aconteceram durante os contatos. No inicio de 2010 me solicitaram papel e caneta e escreveram certos caracteres. Informaram que no momento certo eu aprenderia a escrita deles. Tempos depois, o médium/canal que eu utilizava na época para os contatos, conseguia lê-las intuitivamente. Juntei algumas poucas traduções e iniciei a formação de um alfabeto. 

Como decifrou as inscrições?
Juntando algumas poucas traduções feitas pelo médium de forma intuitiva e formando um alfabeto. 

O que é a Nova Torah? Ela auxiliará o homem no futuro?
A Nova Torah é um compêndio, um manual para a humanidade futura. Além de conhecimentos científicos, ela trás conhecimentos importantes quanto o transitar na 4ª e 5ª dimensões, e alguns conhecimentos que já foram passados para a humanidade em tempos remotos, e que são omitidos pela Igreja Católica. Uma parte da Nova Torah já se encontra pronta, a ela serão acrescidos conhecimentos que virão por outras fontes.

Algumas pessoas irão ajudar nesta empreitada. Como será isso? E as Casas Brancas?
Muitos já trabalham tanto de forma consciente como inconsciente. Diversos seres de diversos orbes e diversas raças encontram-se encarnados no planeta Terra como missionários, e atuam de formas distintas de auxilio. 
As Casas Brancas serão locais fisicamente e energeticamente apropriados e preparados para recepção dos resgatados.

Alguns acadêmicos já se interessaram pelo trabalho não é?
Sim, este material vem sendo analisado por pessoas capacitadas; tanto acadêmicos, quanto espiritualistas.

O que tem a dizer sobre o futuro da humanidade?
Não resta mais duvidas que a grande separação do joio e do trigo dar-se inicio, e que passaremos por grandes transformações. “Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” (Questão 728 – Livro dos Espíritos). A humanidade caminha para o próprio processo de evolução espiritual, e não há outro caminho senão o de unidade, irmandade e solidariedade, e aqueles que souberem viver a essência universal, que é o amor, estarão aptos ao novo recomeço. 

Quais serão os próximos passos? Tem alguma orientação?
As orientações são dadas passo a passo. A cada passo dado, a próxima orientação é passada. Os planos são mantidos em segredo, pois há uma força contrária empenhada tanto quanto aqueles que auxiliam. 
No momento, trabalhamos na descoberta de pontos energéticos no planeta. A Terra, assim como nós, possui chakras, pontos de energia. Alguns destes pontos estão sendo localizados e catalogados. 

Gostaria de fazer alguma consideração?
Sim. O conhecimento é o acesso a liberdade, e sem ele não há evolução. Chegado é o momento da plena compressão das palavras de nosso grande Mestre Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João, 8, 32), e que a humanidade esteja de mente aberta, pois nova possibilidade de acesso a verdade se abre. E sinto por aqueles que até aqui omitiram ou manipularam a verdade por interesses próprios, se colocando acima de seus semelhantes através da opressão e do medo.

Algum recado especial para o leitor do blog Ab Origine?
Felicitem-se, esta é uma grande época para se estar vivo.

Contato de Mirabel Krause: mk1709@hotmail.com




Parafraseando William Shakespeare: “Há mais mistérios entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia”. Esta frase é como um mantra para mim. Devemos sempre expandir nossos horizontes para ir a mares nunca d’antes navegados.

Ziusudra, o Homem de Shurrupak
Há 7.000 anos morando no Dilmun, de passagem por Ki
Triste com a imensa ignorância humana
Fiel ao nosso criador Ea

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Afinal, Elvis não morreu?


No dia 16 de agosto de 1977, morria em Graceland, na cidade de Memphis, Tennessee, Estados Unidos, o cantor e intérprete Elvis Aron Presley, considerado o "Rei do Rock'n'Roll". A morte se deu, segundo o atestado de óbito, por arritmia cardíaca e ingestão de vários tipos medicamentos (overdose). Um gigantesco aparato se deu nas cerimônias antes, durante e após o seu enterro, comovendo todo o país. Com fãs em todo mundo, houve um grande lamento geral.
Apesar disso, há uma corrente de pessoas que acreditam que ele não morreu. O slogan "Elvis não Morreu!" é muito conhecido e bastante utilizado, tanto pelos que com sinceridade acreditam nisto, como com fins comerciais pelos detentores dos direitos sobre a imagem e a obra do artista.
Mas a tese do "Elvis não morreu" tem defensores fanáticos, ajudados por uma porção de circunstâncias estranhas ou, pelo menos, controvertidas que cercam a morte e os últimos dias do cantor. Vários sites da Internet reuniram as "provas" ou, digamos, as "alegações". As teorias demonstram várias "falhas" na suposta morte de Elvis, veja os principais argumentos que sustentam a tese da "Teoria da conspiração sobre a morte de Elvis":


- O que se sabe é que um dia antes de morrer, Presley foi ao dentista tarde da noite. Ele chegou em casa, se distraiu um pouco e foi deitar por volta das 4 horas da manhã. Por volta das 10 horas, o cantor teria levantado para ir ao banheiro e pronto. Uma lacuna se formou a partir deste ponto até 14 horas, quando o corpo foi encontrado por Ginger Alden, namorada de Presley na época.

- Na certidão de óbito está escrito errado o nome do meio de Elvis, Aron, e não Aaron como aparece na lápide. Seu pai não deixaria cometerem esse erro (supostamente ele sabia da farsa e por ser muito religioso, errou propositalmente o nome a fim de manter sua consciência tranquila a respeito de compactuar com a mentira).Além disso, o corpo de Elvis jaz entre os de seu pai e de sua avó. Uma coisa inimaginável tê-lo deixado longe da sua querida mãe. Era sua vontade clara ser enterrado perto de Gladys.



- Muito vaidoso, Elvis tinha vergonha de ter engordado muito. Pesava mais de 100 quilos ao "morrer". Mas a certidão de óbito registra pouco mais de 70 quilos. A certidão original sumiu e a existente foi expedida dois meses depois.

- O caixão de Elvis exigiu vários carregadores, pois pesava mais de 300 quilos. Testemunhas do funeral afirmaram que o ar perto do caixão estava muito frio. Suspeitou-se que o caixão tivesse um aparelho de ar condicionado para conservar um cadáver de cera, réplica do Rei, destinado a enganar os presentes. A pergunta é,  como a família Presley conseguiu um elaborado caixão feito sob medida, de mais de 300 quilos, para um enterro no dia seguinte ao da morte?


- Por que o enterro foi tão rápido? Dizem que a razão foi evitar que os maiores fãs de Elvis chegassem a tempo e reconhecessem defeitos no cadáver de cera. Elvis era um karateca faixa preta de oitavo grau, cujas mãos eram cheias de calos, enquanto o corpo do caixão tinha mãos lisas e gorduchas. O nariz e as sobrancelhas arqueadas também causaram estranheza. Foi comentado na época que uma costeleta do "cadáver" estava solta e um cabeleireiro teve de grudá-la.

- Elvis tinha alguns livros que considerava seus tesouros. Tinha uma Bíblia, vários livros de farmácia, sobre a morte e, sobretudo, o Livro dos Números de Chiro e a Autobiografia do Iogue, que desapareceram para sempre depois da morte de Elvis.

- Nas semanas antes de sua morte, as ações de Elvis não foram as de um homem que tinha de cumprir uma enorme turnê pelos EUA; encomendou novas roupas e despediu-se do público com um "adiós", no seu último show em Indianapolis ao contrário do habitual "Espero vocês no meu próximo show". A RCA mostrou um certeiro (e incrível) faro ao produzir milhões dos discos atuais e anteriores do cantor. Era uma prática comum antes de uma turnê, mas os números dessa vez foram muito maiores.

- Outras coisas estranhas: o Rei despediu vários empregados em quem confiava há muito tempo. Dois dias antes da "morte", Elvis ligou para uma amiga chamada miss Foster. Disse-lhe que estava pensando em não realizar a turnê prevista. Ela lhe perguntou se havia cancelado e ele respondeu que não.



- Quando ela perguntou: se estava doente, Elvis disse que estava bem e que ela não deveria mais perguntar nada, que não deveria acreditar em nada do que lesse. Num livro chamado Elvis Where Are You? É citado o caso e que miss Foster teria confirmado tudo, num teste de detetor de mentiras. Ainda, no dia seguinte ao da morte, uma ex-amante de Elvis, Lucy De Barbon, recebeu uma rosa pelo correio. O cartão dizia que era de "El Lancelot", o apelido que ela usava para Elvis, que ninguém mais sabia.


Mais incrível ainda é a história que diz que o local de refúgio escolhido por Presley foi nossa vizinha Buenos Aires, na Argentina. O boato tomou mais força quando uma foto de um milionário chamado John Smith foi divulgada. Na imagem, o senhor aparece de muletas, com a perna imobilizada, usa óculos escuros grandes e costeletas, como Presley usava – e como diversos homens também, pois era moda na época.
Mentira ou não, fatos sinistros foram relacionados com esta teoria. A grande retirada de dinheiro e jóias de Graceland uma semana antes do óbito é forte evidência. John Burrows era um dos pseudônimos que Presley usava e foi identificado horas depois da divulgação da notícia do falecimento, pois teria comprado uma passagem só de ida para Buenos Aires.


Outro fato curioso é o de um ex-pastor batista, chamado Bill Beeny. Ele dizia que tinha amostras de DNA de Elvis Presley colhidas tanto em vida quanto após a morte. Os resultados indicariam que não se tratava de uma mesma pessoa. Beeny, autor de um livro, defendia também que havia uma grande cicatriz no corpo, também de peso superior ao de Elvis, constatando que não era o rei do rock. A teoria nunca foi provada.


Na verdade, dizem que Elvis tinha motivos suficientes para forjar sua própria morte. Estava com a vida em perigo. Perdera US$ 10 milhões numa transação com uma organização californiana chamada "Fraternidade", que tinha ligações com a Máfia. Há quem especule que ele teria revelado a ação do crime organizado, em troca de proteção, talvez na forma de uma nova vida e uma nova identidade. Aos 42 anos, sua carreira ameaça declinar. O cabelo estava embranquecendo, estava muito acima do peso e a voz enfraquecia. O que oferecia condições para um final abrupto.
De fato, o coronel Tom Parker- administrador dos negócios de Elvis- criou uma nova identidade para si, quando chegou aos Estados Unidos como um imigrante ilegal da Holanda. Virou outra pessoa, com passaporte, certidão de nascimento, carteira de motorista e de previdência social. O que o impediria de fazer o mesmo com Elvis? Além disso, Elvis tinha ligações oficiais e usava documentos reais com o nome de John Burrows.
Estes fatos foram comprovados, no entanto não se tem relatos se ele ainda esta vivo. Podemos interpretar, de certa forma, essas teorias como sendo a representação do desejo humano em agarrar-se as figuras significativas, que marcam fortemente nossa cultura e identidade, não permitindo que sejam esquecidas ou "mortas". Ou então, podemos visualizar algo de verdadeiro em tais fatos e assimilar que tais coincidências não são “tão aleatórias” assim... 
Quem sabe, não é? 



Henrique Guilherme Alves 
27 anos, pai e casado. 
Dedicado ao culto de deidades gregas 
Estudioso e curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações

terça-feira, 1 de maio de 2012

Tunguska – A Explosão Vinda do Céu



Tudo aconteceu há 103 anos. O amanhecer daquele dia de verão nas margens do rio Podkamennaya Tunguska, na Sibéria, parecia igual a qualquer outro. Os primeiros raios de Sol aqueciam brandamente a floresta boreal, com seus pinheiros silvestres e charcos úmidos, quando o céu explodiu e a terra sentiu sua fúria.

Por volta das 07h15min da manhã daquele 30 de junho de 1908 uma onda de choque estimada entre 5 megatons e 30 megatons de TNT, com 10–15 megatons sendo o mais provável (isso é aproximadamente igual a 1000 vezes a bomba lançada em Hiroshima na segunda guerra mundial e aproximadamente um terço da Tsar Bomba, a mais poderosa arma nuclear já detonada). A explosão teria sido suficiente para destruir uma grande área metropolitana e derrubou cerca de 80 milhões de árvores em uma área e 2150 quilômetros quadrados e estimando-se que tenha provocado um terremoto de 5 graus na escala Richter. Renas, ursos, lobos, raposas e milhares de outros animais tombaram junto com a vegetação, que até hoje não se recompôs inteiramente. 

Céu incandescente

A explosão de Tunguska foi o maior impacto que a Terra sofreu em toda a história do homem civilizado. Eventos parecidos, mesmo em épocas mais remotas, permaneceram desconhecidos até o advento dos satélites artificiais.

Ainda que o epicentro estivesse despovoado, pessoas em centenas de lugares da Ásia e Europa testemunharam o ocorrido. Os relatos eram extraordinários. Fortes ondas de calor, ventanias intensas, estrondos pavorosos e tremores de terra foram reportados. Muitos viram uma bola de fogo e sua cauda esfumaçada se precipitando no horizonte.

O céu noturno ficou incandescente por semanas, tal a quantidade de poeira jogada na estratosfera com a explosão. Em Londres, a mais de 10.000 km, era possível ler um jornal à noite, somente com essa luz. Do outro lado do oceano, o observatório norte-americano Smithsonian registrou uma diminuição na transparência atmosférica que duraram meses.

Segundo informações mais detalhadas, a onda de choque chegou a ser registrada em Londres. Os rios da Sibéria sofreram tamanho impacto e agitação que várias embarcações pequenas afundaram. Segundo os testemunhos da época, durante uma semana após o evento o mundo inteiro estranhou a excessiva claridade das noites e chega-se a afirmar que, em Paris, era possível ler à noite sem luzes artificiais e, em Moscou, era possível fotografar sem as lâmpadas de magnésio.

O que aconteceu?

É claro que houve muita curiosidade tanto de leigos quanto cientistas. Mas a primeira expedição a examinar a região partiu com mais de uma década de atraso, em 1921. Na ocasião, o geólogo soviético Leonid Kulik não conseguiu alcançar o local exato, e deduziu que o evento foi devido à queda de um grande meteorito. Essa hipótese acabou persuadindo o governo soviético a financiar outra expedição em 1927, atraído pela possibilidade de encontrar um meteorito ferroso, de valor comercial. Mas nenhuma cratera foi encontrada; muito menos um meteorito. Outras expedições confirmaram essa ausência.


 Assim, o incidente deu origem a um dos grandes enigmas do século passado que ainda suscita discussões apaixonadas entre cientistas. A versão mais difundida diz que a Terra foi atingida por um asteróide ou um fragmento de cometa. No entanto, mais de 30 hipóteses e teorias foram levantadas sobre o fenômeno de Tunguska.

Vários fatos demonstram que a explosão aconteceu sobre a superfície terrestre, no ar. Como dito anteriormente, não foi formada nenhuma cratera no epicentro da catástrofe. Nenhuma das mais de 200 expedições ao local encontrou um único fragmento do corpo celeste. As árvores em volta ficaram inclinadas para fora do enorme círculo de 60 quilômetros e as do centro continuaram de pé. Na ocasião, mais de mil especialistas do Observatório de Irkutsk observaram a queda sobre a taiga siberiana. Eles deixaram registro das surpreendentes "manobras" que o objeto realizava ao longo de sua trajetória, como se estivesse sendo pilotado. A teoria particular de Yuri Labvin, que dirigiu esta última expedição, sugere que o fenômeno foi originado por uma nave interplanetária extraterrestre. A nave teria salvado a Terra de uma catástrofe, ao destruir ou desviar um corpo espacial que se dirigia para o planeta.

Segundo o comunicado oficial, a expedição, integrada por 14 exploradores, geólogos, professores e estudantes da Universidade de Krasnoyarsk, rastreou durante duas semanas um setor escolhido com base em análise de fotografias tiradas do espaço. Nesta região, perto da cidade de Poligus, 500 quilômetros a oeste de onde as expedições anteriores trabalharam, foram descobertas crateras de até 500 metros de profundidade e detectados fenômenos anormais.


Os exploradores dizem ter encontrado uma das chamadas “pedras-rena”, mencionadas por algumas testemunhas oculares da catástrofe. Eles levaram um pedaço da rocha, de 50 quilos, para analisar em Krasnoyarsk. Segundo o portal NEWSru.com, depois da conferência realizada em 1998 em Krasnoyarsk por ocasião do 90º aniversário do acontecimento, Labvin exibiu duas barras supostamente feitas de um metal desconhecido. Ele teria encontrado os objetos durante uma expedição anterior, perto do povoado de Vanavara, a 65 quilômetros do qual aconteceu a explosão.

 “Os resultados da expedição, segundo seu diretor, permitem esperar que o mistério do fenômeno cósmico seja revelado sem falta no centenário da queda do meteorito de Tunguska”, anunciou a agência Interfax. Já o site Utro.ru advertiu que ufólogos, animados pelas novas descobertas, já se preparam para viajar até a área coberta pela expedição, e ironizou. “A palavra ‘meteorito’ já deve ser escrita entre aspas, já que o que explodiu foi um Óvni”.


Concepções alternativas:

- Antimatéria:  E se um pedaço de antimatéria vindo do espaço fosse à causa do evento? Matéria e antimatéria se aniquilam mutuamente, com grande liberação de energia. No entanto, essa hipótese não leva em consideração os detritos minerais encontrados no local. Além disso, não há evidências de pedaços de antimatéria vagando em nossa vizinhança. Se existissem, produziriam constantemente raios gama; mas as emissões detectadas provêm de outras fontes. 

- Mini buraco negro:  Em 1973, os físicos Albert A. Jackson e Michael P. Ryan propuseram que a explosão em Tunguska teria sido provocada pela passagem de um pequeno buraco negro pela Terra. A hipótese falha porque não existe um evento similar de “saída”, como seria esperado, nem foi detectado nenhum tipo de distúrbio no manto terrestre.

- Bomba-H natural: E se um cometa com uma concentração anômala de deutério (água “pesada”) desencadeasse uma explosão nuclear ao penetrar em nossa atmosfera? O problema é que isso é inconsistente com o nosso conhecimento sobre os cometas, além de não prover as condições de pressão e temperatura necessárias para uma ignição nuclear.

- Raio da morte de Tesla: Oliver Nichelson sugeriu que a explosão poderia ter sido resultado de um experimento de Nikola Tesla na Wardenclyffe Tower, realizado durante a expedição de Robert Peary ao polo norte, denominado o "Raio da Morte". Não existe, no entanto, nenhuma evidência de que Tesla tenha produzido uma arma capaz de produzir a devastação observada.


A proporção do acontecimento, o número de testemunhas e de registros, e a quantidade e qualidade das investigações posteriores de nada adiantaram para solucionar o mistério da explosão em Tunguska, infelizmente. Estando entre as mais insólitas ocorrências documentadas, ainda existem pesquisadores que seguem linhas mais conservadoras e continuam insistindo tratar-se de um gigantesco meteoro que caiu na região, mesmo não existindo qualquer evidência disso. E vocês, em que acreditam?






Henrique Guilherme Alves
28 anos, pai e casado.
Dedicado ao culto de deidades gregas
Estudioso e curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações
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segunda-feira, 23 de abril de 2012

A Mensagem de Arecibo – A Resposta Que Veio Do Céu


O maior rádio telescópio do mundo que fica em Arecibo está situado numa cratera de um vulcão extinto e é a principal ferramenta de procura de vida extraterrestre. É controlado pelo SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence – em português, Procura de Vida Extra-Terrestre Inteligente). Ora bem, ele está ligado 24 horas por dia, apontado a galáxias como a nossa na esperança de um contacto.
Em 1974, o SETI decidiu enviar uma mensagem através do radiotelescópio, contendo informação sobre nós e sobre o nosso planeta.
Este sinal foi direcionado para o agrupamento globular estelar M 13, que está a aproximadamente 25.000 anos-luz de distância, e possui cerca de 300.000 estrelas na Constelação de Hércules. A mensagem foi transmitida exatamente em 16 de Novembro de 1974, e consistia-se em1679 impulsos de código binário que levaram três minutos para serem transmitidos na frequência de 2380 Mhz.



A mensagem baseava-se em código binário, e o sinal foi enviado de tal modo a que se por acaso houvesse um radiotelescópio como o de Arecibo em qualquer parte da nossa galáxia, conseguiria receber a mensagem em perfeitas condições (20 terawatts de potência).


- 1679 dígitos 
Escolheu-se enviar 1679 dígitos pois esse número é um número semiprimo, isto é, o produto de apenas dois números primos. No caso, 1679 é o produto de 23 e 73. A ideia foi escolher um semiprimo para que um eventual receptor pudesse deduzir que os sinais formam uma matriz bidimensional.


- Codificação
Com o objetivo de entender a mensagem codificada na transmissão, é essencial compreender o código binário. Ele é atualmente muito mais simples que a nossa base 10, o sistema decimal. Onde na base 10 nós contamos de 1 até 9 e depois elevamos 1 em colunas de 10′s e começamos novamente em colunas unitárias, até termos 9 na coluna dos 10′s e começamos novamente com as unidades.
Então temos que carregar 1 dentro das colunas dos 100′s e começar novamente nos 10′s e nas colunas unitárias e assim por diante. No sistema binário cada coluna sobe em potência de 2, ainda que as colunas são unidades, 2′s, 4′s, 8′s, 16′s etc. Porque nós podemos agir em 1′s e 0′s, nós rapidamente movemos acima as colunas – porque assim que excedemos 1 nós corremos na próxima coluna.










Decodificando a mensagem original



- Números  

A mensagem original compreendia diversas “secções”, cada uma representando um particular aspecto da nossa civilização. No topo havia a representação binária do número um até o número dez, mostrando os números oito, nove e dez como duas colunas. Isto mostra a qualquer um que decifrar a mensagem que nós podemos especificar que números grandes demais para serem escritos numa linha podem ser elevados à potência.








- DNA Elementos
A próxima secção contem os valores binários 1, 6, 7, 8 e 15 que indicam os números atómicos dos elementos primários para a constituição  da vida na Terra:  Hidrogénio (H), Carbono (C), Nitrogénio (N), Oxigénio (O) e Fósforo (P).










- Nucleotídeos
A seção maior das três colunas, representa as fórmulas para os açúcares e bases para os nucleotídeos do DNA.














- Dupla Hélice
Abaixo disto, havia a representação gráfica da nossa “dupla hélice” do DNA ao lado de uma “barra vertical” que indica o número dos nucleotídeos no DNA.














- Humanos
Diretamente abaixo da dupla hélice do DNA está uma pequena representação de nós, humanos, com um corpo e dois braços e duas pernas (como um homem esticado). Na direita está um valor binário da população da terra. Isto pode ser calculado como 4,29 bilhões, que era a população mundial aproximada nos idos de 1974.
No lado esquerdo da forma humanóide existe um número binário correspondente à altura do ser humano. Pelo fato de não podermos usar “medidas humanas” (como pés e polegadas) a altura é representada em “unidades de comprimento de onda”.
Como mencionado antes, a atual mensagem foi transmitida em 2.380 MHz. Para converte-la no seu comprimento de onda nós dividimos por 300, para obter um comprimento de onda em metros.
300 / 2380 = 0,12605042 m = 12, 6 cm. Esta é nossa “unidade de comprimento de onda” Do código para a altura de um humano, nós podemos ver que o valor é 1110 em binário, ou 14 em decimal. Se multiplicarmos 14 pela nossa unidade de comprimento de onda (12,6) nós obtemos 176,4 cm, ou aproximadamente 1,76 m que é a altura média dos humanos.













- Planetas     
Na próxima secção está a representação simplificada do nosso Sistema Solar — onde nós vivemos Ele mostra o Sol e nove planetas, numa representação aproximada de tamanhos. Deixando representado que o terceiro planeta — a Terra - é significativo em relação aos outros.

















 - Radiotelescópio  
A última seção indica a origem da mensagem por si própria.O rádio telescópio de Arecibo, que é a estrutura curvada. Abaixo disto, nas ultimas duas linhas da mensagem, outro número binário. Desta vez é 100101111110 (cortado em duas linhas no centro) e igualado a 2430 em decimal.
Novamente, usando nossa universal “unidade de comprimento de onda” nós obtemos: 2430 x 12,6 cm = 30.618 cm (306,18 m) ou aproximadamente 1.000 pés, que é o diâmetro do prato da antena de Arecibo.














A Resposta...

Em 21 de agosto de 2001 (26 anos e 8 meses depois), foram encontrados dois círculos nas plantações (crop circles em inglês) perto do radiotelescópio de Chilbolton, Hampshire, UK. Geralmente esses desenhos nas plantações são atribuídos aos artistas de círculos (circlemakers em inglês), que usam apenas tábuas para pisar nas plantas. Apesar das controvérsias, um desses círculos lembrava muito a mensagem enviada em 1974, porém, havia algumas particularidades no mesmo. O documentárioThrive aponta esse crop circle como um dos “reais” e explica a comparação os dois códigos.


 Em resumo, a resposta dada significa:
- A base da nossa matemática permaneceu a mesma;
- Os elementos primários para a vida foram mudados, mantendo todos os enviados e anexando o silício;
- A composição dos nucleotídeos permaneceu;
- Foi representado um DNA diferente do nosso;
- O número de nucleotídeos tambem é diferenciado do nosso;
- A anatomia enviada mostrava um ser abaixo da estatura humana e com uma grande caixa craniana;
- A população representada era superior à da Terra;
- A localização da suposta raça alienígena fora representada como um conjunto de seis planetas, que orbitavam uma estrela menor que o Sol
- A representação do Radiotelescópio de Arecibo fora trocada por outra muito mais complexa (a forma já fora vista em outro círculo inglês, no mesmo local, em 2000).


  

A mensagem foi enviada tendo em conta que o código binário é universal e fácil de compreender. Daí a demora a receber-mos a resposta (26 anos depois).  Um dos fatos mais intrigantes é que alguns crops circles anteriores e posteriores a resposta parecem um projeto para nós construirmos um comunicador, como o demonstrado na mensagem o qual aparentemente deve ser mais eficiente.



Particularmente é surpreendente o nível de sofisticação da resposta, para simplesmente a descartemos como sendo uma fraude. Além de que, não haviam muitas pessoas conhecedoras dos detalhes matemáticos da mensagem enviada ao espaços 26 anos antes! Quem sabe não tenhamos recebido a tão esperada “mensagem” de outros seres, vindos de outros mundos, e simplesmente não demos o devido valor ou crédito? Realmente um caso muito curioso e empolgante.




Segue um pequeno documentário sobre a mensagem de Arecibo, para melhor visualização e entendimento sob a ótica dos estudiosos. Recomendo a todos! Muito bem elaborado e abordado.




Henrique Guilherme Alves 
27 anos, pai e casado. 
Dedicado ao culto de deidades gregas 
Estudioso e curioso a cerca dos grandes mistérios das antigas civilizações